A organização aprovou o programa de apoio técnico ao executivo daquele país. O plano – de acordo com o Fundo Monetário Internacional – destina-se a relançar o crescimento económico, bem como a melhorar a governação e a transparência nos organismos e empresas estatais.

O projecto visa reduzir o défice orçamental, aumentar as receitas não petrolíferas, combater os pontos fracos da gestão pública e garantir os investimentos sociais.

Devido a forte dependência das exportações de petróleo, afectada pelas quebras nos preços e na produção, nos últimos quatro anos, a Guiné Equatorial entrou em recessão.

A situação experimentou melhoras no ano passado, mas o país continua a carecer de instrumentos de combate aos desequilíbrios macroeconómicos e à contracção da economia, que melhorem o financiamento às empresas e o ambiente de negócios.

Para o organismo internacional, o apoio agora aprovado deve permitir o fortalecimento das finanças públicas, a reconstrução das almofadas macroeconómicas e a melhoria das perspectivas de crescimento económico.

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