A Guiné-Equatorial pretende ser membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Nesse sentido, o Secretário de Estado dos Assuntos exteriores apresentou a candidatura do seu país na sede da organização, em Nova Iorque.
 
A Guiné-Equatorial aderiu à ONU em 1970 e, se for eleita, será a primeira vez.
 
O país “quer, desta forma, contribuir para a paz no mundo”.
 
A Guiné-Equatorial e a Costa do Marfim são os dois únicos Estados africanos que apresentaram candidaturas ao Conselho de Segurança, para o biénio de 2018 a 2019.
 
Ambos os países contam com o apoio dos seus congéneres do continente, bem como da União Africana.
 
A Guiné-Equatorial é membro da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, não obstante ser uma ditadura e praticar a pena de morte, mas as autoridades de Malabo prometeram fazer mudanças no sentido da Democracia e da abolição da condenação máxima.
 

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