A economia do país recuou oito por cento no ano passado. Esta situação decorre da queda do preço e da produção de petróleo. O crude é a principal fonte de receita do Estado e o grande motor da sua economia.

De acordo com as previsões para este ano a recessão vai continuar. Analistas e organizações internacionais apontam para seis por cento.

Segundo os mesmos, para inverter a situação, a Guiné Equatorial tem de abrir o mercado à integração regional e criar um ambiente de negócios mais saudável, bem como acelerar a diversificação da economia.

A construção, a agricultura, a floresta e as pescas têm ganho peso na economia da Guiné-Equatorial desde o início da crise, mas a longa distância do petróleo que representa 85 por cento e mais de 90 por cento das exportações.

Por outro lado, o país exporta petróleo em bruto e importa a totalidade dos produtos refinados de que necessita, nomeadamente combustíveis.

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