O país tornou-se no décimo quarto país a fazer parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo. O processo de adesão foi iniciado há oito anos, mas só agora se concluiu com uma breve cerimónia, em Viena.

O Ministro da Energia da Arábia Saudita deu as boas-vindas ao novo membro, entregando a bandeira da organização ao seu homólogo da Guiné-Equatorial, que agradeceu a aceitação do seu país no seio da OPEP.

A Guiné-Equatorial torna-se, assim, no sexto Estado africano na organização, juntando-se a Angola, Argélia, Gabão, Líbia e Nigéria. Desta forma, a CPLP passa a ter dois “representante” no maior grupo de nações produtores de petróleo.

O país dispõe de um milhão e duzentos mil habitantes, o maior PIB per capita e, em simultâneo, a maior percentagem de pobres.

Entre os países da OPEP, é o segundo menor produtor de petróleo, com cerca de 300 mil barris por dia. Angola, que é o maior produtor africano de crude gera, no mesmo período de tempo, um milhão e 800 mil barris.

Em Dezembro, já tinha aderido ao acordo de redução da produção de petróleo, como forma de aumentar o preço do barril.

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