O montante perdoado atinge o valor de 34 milhões de Euros. A decisão permite desbloquear acções do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, no mesmo valor.
Assim, 150 mil crianças vão poder tomar as suas refeições nas escolas, durante cinco anos.
A iniciativa é considerada inovada por aquele organismo da ONU. O departamento espera que a medida incentive outros doadores a procurar formas inovadoras de apoio que permitam atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.
A fome atinge ainda metade da população moçambicana, e um quatro enfrenta situações de insegurança alimentar e desnutrição.
No âmbito do Plano Estratégico para o combate às carência alimentar em Moçambique, para o período que vai até 2021, as Nações Unidas e os doadores internacionais vão trabalhar para garantir que as crianças das zonas mais desfavorecidas possam comer “alimentos nutritivos”.







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