Não obstante o estado ter contratado mais cinco mil professores, o problema da falta de docentes continua a manter-se.
Para que os mais de sete milhões de inscritos nos ensinos primário e secundário tenham aulas, as turmas tiveram de ser aumentadas.
Nos dois graus de escolaridade há mais 400 mil alunos do que no ano passado.
Por falta de salas de aulas e ou de carteiras, muitas crianças vão estudar ao ar livre e sentadas no chão.
Para minimizar a carência de mobiliário escolar, o Governo autorizou a construção de 10 mil carteiras, utilizando madeira apreendida pelas autoridades.
Neste cenário de carências há, no entanto, espaço para inovar. Este ano lectivo os estudantes cegos vão contar com livros em braile.
Uma inovação neste novo ano lectivo será a introdução de livros para crianças em braile, mais um passo na política de inclusão do Governo moçambicano.






