O acidente deixa mais de três mil pessoas isoladas na Província da Zambézia, no Centroo do país. A estrutura ligava Inhangome a Quelimane. A obra, com 150 metros de comprimento, tinha sido inaugurada há cinco anos.

A ponte de madeira, sobre o Rio Inhangome, foi mandada construir pelo Governo do Distrito de Quelimane e custou cerca de cem mil euros.

A queda deste tipo de estruturas é normal em Moçambique, obrigando as pessoas a recorrer a barcaças para o atravessamento dos cursos de água. Aqueles meios de transporte operam, na sua grande maioria, sem condições nem segurança. Os naufrágios de barcaças vitimam, todos os anos, dezenas de pessoas, em Moçambique.

Os autarcas de Quelimane e Nampula prometeram encontrar uma solução para a falta da ponte. Recentemente um deputado municipal de Quelimane, da Frelimo, chamou a atenção do Presidente da edilidade para o estado de conservação da ponte de Inhangome.

O desastre deixou a população de Inhangome sem água e cuidados de saúde. A falta da ligação está também a reflectir-se nas escolas, fechadas por falta de professores, dado que a maioria vive em Quelimane e utilizava a ponte para chegar à localidade vizinha.

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