O dirigente do maior partido moçambicano desaparece aos 65 anos, num momento crucial para a paz no país. Ainda não foram divulgadas as causas do seu falecimento. Sabe-se, no entanto, que o político aguardava transporte para o Hospital de Pretória, a fim de ser submetido a tratamento de urgência.

A notícia colheu de “surpresa” e “muita dor” o partido no poder. A Frelimo considera-o – na mensagem de condolências – “um parceiro estratégico para a paz e estabilidade no país”.

O Presidente português lamenta a morte do “interlocutor privilegiado nos caminhos do diálogo, da paz e da concórdia” no “país irmão” de Portugal.

O Governo português acolheu-a “com profundo pesar”, destacando o “empenhamento” do político “no processo que levou à assinatura do Acordo Geral de Paz em 1992” e na trégua, de Dezembro de 2016, que pôs fim ao conflito político militar entre a Renamo e o regime moçambicano.

O executivo luso faz votos para que a morte de Afonso Dhlakama  não afecte o processo de “paz e a reconciliação” em curso no país.

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