O órgão pretende uma “acção enérgica” das Forças de Defesa e Segurança, para “elevar o nível de protecção das populações e seus bens contra as barbaridades dos malfeitores” naquela Província do Norte de Moçambique.

A estrutura, reunida ontem, 27 de Junho, analisou com “profundidade” os ataques registados em Cabo Delgado, considerando “urgente” que a situação volte à normalidade naquela Província.

O Norte de Moçambique tem sido fustigado pela acção de grupos armadas têm semeado a violência e a destruição. Mais de 30 pessoas foram assassinadas e dezenas de habitações pilhadas e incendiadas. A situação provocou já centenas de refugiados.

No último ataque, em Maganja, na sexta-feira, foram mortas cinco pessoas e queimadas e saqueadas mais de 100 casas.

A entidade exorta também os militares e a polícia a continuarem a apoiar as populações na reconstrução das suas habitações.

Os ataques começaram ao mesmo tempo que estão a avançar obras para exploração de gás natural em Cabo Delgado.

 

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