As Assembleias de Voto abriram à sete da manhã, uma hora menos em Lisboa, com filas de eleitores na maioria das mesas, como é habitual em Moçambique.
A consulta está a decorrer sem incidentes significativos. Aqui e ali registaram-se atrasos no início da votação e alguma desorganização.
Os moçambicanos escolhem os futuros dirigente de 53 municípios, com alguma emoção. De fora ficam todos aquelas divisões administrativas que não dispõem de localidades com o estatuto de cidades e vilas. Assim, estão excluídos, do escrutínio, 75 Distritos. O estatuto de Município depende do potencial de autonomia financeira e do peso populacional.
Moçambique aplica o princípio da municipalização gradual, tendo começado com 33 Municípios, nas primeiras Eleições Autárquicas de 1998. Nas terceiras, em 2008, passou esse número para 43 e em 2013, juntou mais dez.
Sete milhões de eleitores estão recenseados para estas Eleições. O acto envolve novidades, a nova legislação eleitoral e a presença da Renamo o que não acontecia desde 2013.
O principal partido da oposição não concorreu há cinco anos por discordar da lei eleitoral e dos órgãos eleitorais criados pela mesma.
Apenas os três partidos com assento parlamentar concorram em todos os Municípios. No entanto, à Frelimo, Renamo e MDM juntam-se, mais 21 forças políticas.







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