O instrumento de gestão da Assembleia, para 2019, prevê custos superiores a 20 milhões de euros, menos cerca de um por cento do que o deste ano. Mais de metade do bolo vai para “outras despesas com o pessoal”, à qual se junta cerca de dois por cento também com salários e remunerações.

De acordo com a direcção parlamentar, o Orçamento visa melhora a ligação dos deputados com os seus círculos eleitorais, bem como permitir a modernização do Parlamento, através da aquisição de tecnologias de informação e comunicação.

Para a rubrica de investimentos, os parlamentares moçambicanos destinaram pouco mais de meio por cento, enquanto que a fatia para a aquisição de bens e serviços se resume a metade daquele valor.

As linhas mestras das finanças da Assembleia da República   foram aprovadas não só com os votos da Frelimo, no poder, como também da Renamo e MDM, na oposição.

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