A paz e a corrupção dominaram a homilia do Papa, durante a missa que celebrada, hoje, em Maputo. Não obstante a chuva e o céu da cor do chumbo, o Estádio Nacional encheu-se para festejar e ouvir Francisco.

Milhares de moçambicanos acolheram o mais alto dirigente da Igreja Católica com cânticos, danças e muita alegria.

Em português, o Pontífice condenou o ódio e a vingança, considerando que ninguém tem futuro, muito menos um país se trilhar esses caminhos. No seu pensamento estavam os anos de guerra civil em Moçambique, agora quebrados com o Acordo de Paz e Reconciliação assinado pelos Presidentes da Frelimo e Renamo, e que um grupo de militares deste partido tem contestado.

Neste contexto, apelou à capacidade de perdão dos moçambicanos para que o país tenha um futuro melhor e defendeu que a população tem direito à Paz.

O Papa condenou também a corrupção que grassa em Moçambique, considerando-a responsável pela quantidade enorme de pobres que existem no país. O que classificou de paradoxal, dadas as inúmeras riquezas naturais e culturais existentes no território.

Francisco segue, ainda hoje, para Madagáscar.

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