O submarino português Arpão partiu para uma missão internacional de 60 dias. A embarcação participará na Operação "Sophia", conduzida pela Força Naval da União Europeia e na Operação da NATO "Sea Guardian", no Mar Mediterrâneo.
Os objetivos desta missão são, sobretudo, "a dissuasão de atividades associadas ao financiamento ilícito e indireto de organizações criminosas ou associadas ao terrorismo e contribuir para o desmantelamento das redes de introdução clandestina de migrantes e tráfico de pessoas", lê-se na página de Facebook da Marinha Portuguesa.
Em Évora, e no âmbito da cerimónia militar do 66º Aniversário da Força Aérea Portuguesa, o ministro da Defesa português frisou a importância do envolvimento das Forças Armadas portuguesas neste tipo de missões. Para Azeredo Lopes o investimento na Defesa, no âmbito da União Europeia e da NATO, é importante para o país. Sobre os militares portugueses destavados em missões no estrangeiro Azeredo Lopes frisou:
"servindo de forma exemplar, assumindo sem hesitar aquela que é a sua condição militar, contribuem de modo efetivo, de modo palpável, de modo real para a paz e para a segurança internacionais", afirmou o governante.
O Arpão, de fabrico alemão, está ao serviço da Marinha Portuguesa desde abril de 2011. Atinge uma velocidade máxima de 20 nós, ou seja, cerca de 37 km por hora, e garante uma autonomia máxima de 45 dias, possuindo “capacidade para lançar mísseis, de defesa aérea e luta de superfície, e tem capacidade para lançar torpedos, de luta de superfície e subsuperfície, de acordo com a Marinha Portuguesa.
(Foto: @MarinhaPortuguesa)






