Na lista das economias mais inovadoras, o país surge na posição 32. No ano passado conquistara o trigésimo primeiro lugar.
O Brasil subiu cinco posições, sendo agora o sexagésimo quarto, fruto dos investimentos com pesquisa e desenvolvimento, das exportações e importações de alta tecnologia e da qualidade das publicações científicas brasileiras.
No âmbito da comunidade lusófona, segue-se Moçambique em centésimo décimo quinto, resultado de uma queda de oito níveis.
O índice, envolvendo 126 nações, é construído tendo por base a análise de 80 indicadores. Nomeadamente os registos de propriedade intelectual, o investimento em educação, bem como a qualidade das publicações científicas e tecnológicas e a quantidade aplicações móveis criadas.
A lista - elaborada pela Universidade de Cornell, dos Estados Unidos, com o apoio da Organização Mundial da Propriedade Intelectual - é encabeçada pela Suíça, seguida pela Holanda e Suécia.
As áreas de maior inovação são Tóquio-Yokohama e Shenzhen-Hong Kong.






