Olhando para o mapa de Portugal, na página da internet da Proteção Civil, fica claro que o número de fogos ativos, no continente, é agora menor. Ainda assim, há muitos que continuam a desafiar os Soldados da Paz.
Ao início da noite, mais de 4000 bombeiros continuavam a combater as chamas em vários distritos do país. As regiões mais afetadas são a Madeira, o Norte e o Centro do continente.
Nesta altura, e segundo a Proteção Civil, há 11 ocorrências importantes. No distrito de Coimbra em Montemor-o-Velho, no de Viseu em Santa Comba Dão, no de Aveiro em Vale de Cambra, Anadia, Castelo de Paiva, Arouca e Águeda, no de Vila Real em Montalegre, no de Viana do Castelo em Caminha e Arcos de Valdevez e no de Viseu, no concelho de Viseu.
Havia, às 22h30 minutos mais de 1700 operacionais no terreno. Durante o dia membros do Exército ajudavam no socorro e no combate às chamas, no continente.
Na ilha da Madeira já arderam, pelo menos, 500 hectares de flroesta. Na Ponta do Sol, os incêndios destruíram “70 a 80% da mancha florestal” segundo o presidente da câmara. Rui Marques referiu ainda que os incêndios, que foram controlados ontem, ao final do dia, já se encontram todos em fase de rescaldo.
No Funchal, onde surgiu o primeiro de foco de incêndio da ilha, na segunda-feira, os danos estão avaliados em 55 milhões de euros, segundo dados preliminares.
A situação não está ainda controlada em algumas regiões da ilha. Na Calheta, os fortes ventos que se continuam a fazer sentir provocaram reacendimentos. Há bombeiros de Lisboa e Setúbal a combater as chamas neste conselho madeirense.






