O incêndio em Arouca, no distrito de Aveiro, continua a ser a ocorrência mais importante para a Proteção Civil. Mais de 900 bombeiros combatem as chamas apoiados por quase 300 meios terrestres e 6 aéreos. Aqui as chamas não dão tréguas desde há vários dias.
Há agora também em Celourico da Beira, no distrito da Guarda um incêndio que inspira algum cuidado. O número de incêndio ativos é agora mais elevado no norte e centro do país. Mas são estes dois que mais preocupam as autoridades.
As temperaturas desceram, efetivamente, este domingo, no litoral, como previa o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). O mesmo não se pode dizer do interior, particularmente do Alto Alentejo. O vento também abrandou. O IPMA prevê que, nos próximos dias haja alguma nebulosidade no litoral, principalmente no norte e centro. Podem mesmo ocorrer aguaceiros.
Em todo o território de Portugal continental há, neste momento (15h57), 10 incêndios ativos, a maioria no norte e centro do país.
Mantém-se a vigilância em toda a ilha da madeira
Na Calheta, Madeira, o incêndio está em fase de “rescaldo e vigilância” mas mantém-se Plano Regional de Emergência. As condições atmosféricas - temperatura elevada e os ventos que estão a "soprar" com mais força, situação que se manterá nos próximos dias - obrigam ao intensificar da vigilância em toda a Ilha.
As ações de vigilância serão reforçadas , até ao dia 15 de agosto , com equipas dos bombeiros, Guarda Nacional Republicana (GNR) e das Forças Armadas. Uma informação avançada pelo Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira.






