A segunda maior infra-estrutura portuária de Angola encontra-se paralisada deste 23 de Agosto.

Os grevistas exigem o pagamento de salários em atraso.

São mais de dois mil os trabalhadores com quatro meses de salários em atraso.

O Porto de Lobito é estratégico não só para a economia angolana como também para países da África Central e Austral.

Os grevistas compreendem os efeitos da crise angolana, mas pedem um esforço à direcção da empresa para resolver a situação.

Há muito que a queda das importações, um reflexo da escassez de divisas, é apontada como causa para os problemas financeiros no Porto do Lobito.

Os trabalhadores queixam-se que centenas de famílias estão sem alimentos e que os filhos estão a ser expulsos dos colégios por falta de pagamento.

Um grupo de funcionários da área técnica manifestou-se à porta da Administração da Empresa para obter explicações.

A empresa comprometeu-se a pagar pelo menos um dos meses em atraso.

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