Portugal subiu seis posições no Euro Health Consumer Index. A avaliação coloca o país na posição 14, com 763 pontos em mil possíveis.
Portugal ficou, pela primeira vez, à frente do Reino Unido e da Espanha.
A Holanda volta a ficar em primeiro lugar, conseguindo 927 pontos em mil, enquanto a Roménia está na cauda, com 497 pontos.
A lista compara o desempenho dos sistemas de saúde de 35 países europeus na perspectiva do consumidor. A Health Consumer Powerhouse faz esta análise desde 2005.
A organização Sueca avalia seis áreas.
A pior pontuação de Portugal regista-se na acessibilidade, devido às listas de espera, e na diversidade e abrangência dos serviços prestados. A melhor verifica-se nos direitos dos doentes, resultados dos tratamentos e na prevenção.
Portugal fica bem pontuado também na relação entre gastos em saúde e resultados obtidos. Na análise custo eficiência, o país fica no 10 lugar, à frente da Holanda.
Portugal surge a vermelho na taxa de cesarianas, bem como no acesso aos cuidados de saúde oral e às consultas com médicos especialistas.
A vermelho estão, do mesmo modo, os tempos de espera para exames de diagnóstico em situações não agudas e a as infecções hospitalares por estafilococo dourado.
Bons são os indicadores relativos à mortalidade por enfarte, ao rácio de cirurgias às cataratas na população idosa e à taxa de vacinação.
A classificação de Portugal tem variado ao longo dos últimos anos. Do lugar 25, em 2012, passou para o 16, no ano seguinte, subindo a décimo terceiro em 2014. Logo a seguir caiu para o lugar 20, uma descida devida à percepção menos “positiva dos doentes sobre os tempos de espera”.






