Está a decorrer, em São Tomé e Príncipe uma reunião com peritos militares dos países da Comunidade Económica dos Estados da África Central.

No encontro, que termina hoje, debate-se a estratégia de defesa a adoptar, em termos regionais, até 2020.

Entre as decisões já tomadas está a da participação de São Tomé, com meios humanos, numa unidade militar multinacional, composta por 4.800 efetivos, prevista desde 2008, mas adiada devido à crise económica e financeira que afetou a maioria dos países, em termos globais. Inicialmente o país teria apenas um papel, em termos de criação estratégica, desta força.

Esta missão tem como objetivo garantir a paz, respondendo à União Africana e ao Conselho de Paz e Segurança da África Central.

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