No seu primeiro balanço, o executivo revela a existência de dívidas “exorbitantes” com os bancos comerciais, salários em atraso na função pública, que atinge os três meses no sector diplomático.

Os novos administradores do país depararam-se, também, com falta de “condições” para garantir as refeições escolares” e alguns bens alimentares de primeira necessidade em ruptura.

Os governantes consideram, por outro lado, que o aparelho central se encontra num estado de desorganização preocupante.

Na primeira reunião do Conselho de Ministros, presidido por Jorge Bom Jesus, saíram duas orientações, uma de redução das propinas para permitir o acesso ao ensino dos alunos que, por razões financeiras, estão fora do sistema escolar. A outra tem a ver com a diminuição dos emolumentos cobrados pelos serviços notariais, nomeadamente na passagem de documentos a estudantes.

No encontro foi também decidida a mudança da Administração da Empresa de Água e Electricidade, bem como a tomada de decisões para “mitigar” a crise energética que afecta o país.

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