A acção da Polícia Judiciária ocorreu o titular da pasta das Finanças no executivo de Patrice trovoada saia do edifício da Presidência da República de São Tomé e Príncipe.

Desde a queda do executivo da ADI que Américo Ramos era assessor do Chefe de Estado.

De acordo com as autoridades locais, o ex-Governante preparava-se para deixar o país. Este facto levou a que as primeiras informações sobre este acontecimento, salientassem que tinha sido preso no Aeroporto Internacional de São Tomé.

O detido foi encaminhado, por agentes, para as instalações da Polícia Judiciária na capital do país.

As autoridades ainda não divulgaram os motivos que levaram à detenção daquele ex-governante.

O politico estava impedido de sair do país, pelo Ministério Público, dado que sobre ele pendiam várias investigações.

Américo Ramos assinou, em 2015, com a China International Funs Limeted um empréstimo de 30 milhões de dólares, para a construção da Cidade Administrativa de São Tomé.

Este projecto nunca saiu da gaveta e desconhece-se onde pára o financiamento concedido pela empresa de Hong Kong. Esta firma é detida por um cidadão chinês, nascido em Hong Kong, muito influente no mundo lusófono até 2015. Nessa altura, Sam Pa foi detido, pelas autoridades do seu país, sob a suspeita de corrupção.

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