O Rio de Janeira encontra-se em  estado de calamidade pública financeira. Com os Jogos Olímpicos à porta, os sectores da segurança, saúde, ensino, transportes e gestão ambiental estão à beira do colapso.

Neste quadro e sem dinheiro para fazer face às dificuldades, o Governador do Rio de Janeiro declarou a cidade maravilhosa em estado de calamidade. Com o decreto, Francisco Dornelles pretende obter, com rapidez, as verbas do Governo Federal para acudir à situação.

O texto do diploma é claro no que toca ao motivo da decisão, “a grave crise económica que assola o estado e vem impedindo o governo de honrar os compromissos para a realização da olímpiada”.

De acordo com o decreto, as autoridades competentes estão autorizadas a adotar medidas para garantir todos os serviços públicos essenciais para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

As delegações dos países que vão participar nos Jogos Olímpicos já começam a chegar ao Rio de Janeiro. A cidade maravilhosa espera mais de um milhão de visitantes durante o período do torneio.

Antes de decretar a calamidade pública, o Governador do Rio falou com o Presidente em exercício.

Sabe-se que o executivo deverá aprovar, no ínicio da semana, uma ajuda provisória de três mil milhões de reais, metade da verba solicitada por Francisco Dornelles.

foram expostos os problemas do estado e, em especial, o que ainda é necessário para as Olimpíadas nas áreas dos transportes e serviços essenciais, nomeadamente a conclusão do metro e a garantia de verbas para o pagamento a policias, bombeiros e trabalhadores da limpeza e saúde.

A situação do Rio vai ser abordada na segunda-feira, dia 20 de Maio, na reunião do Presidente em exercício com os governadores que tentam renegociar as dívidas dos Estados.

O prefeito do Rio afirmou que a declçaração de calamidade “não atrasa as obras olímpicas e confia que a cidade vai realizar jogos”.

O comité Rio 2016 espera que a medida ajude a que os jogos decorram da melhor forma possível.

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