O Governo cabo-verdiano classificou o acervo judaico existente no país como Património Histórico e Cultural Nacional. A decisão foi tomada em Conselho de Ministros tendo em consideração “que é preciso valorizar” a presença histórica dos judeus no arquipélago.

A herança judaica espalha-se pelas ilhas de Boa Vista, Fogo, Santo Antão, Santiago e São Vicente.

A presença do povo judeu – de acordo com as autoridades do país – necessita de ser preservada, bem como enquadrada culturalmente de forma adequada. Existem muitos cemitérios judeus em Cabo Verde mas estão a degradar-se por acção do clima e pelo passar dos anos.

A presença de judeus no arquipélago data, sobretudo, de meados do século XIX. Nesses tempos Judeus Marroquinos imigraram para Cabo Verde em busca de oportunidades económicas. Nessa altura Marrocos vivia uma crise económica e Cabo Verde destacava-se como importante entreposto comercial.

Esses judeus sefarditas estabeleceram-se livremente em Cabo Verde depois de Portugal ter abolido a inquisição em 1821.

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