A produção, importação e comercialização de sacos de plástico está proibida desde dia 1 de janeiro em Cabo Verde. A lei tinha sido aprovada em 2015 mas só em 2017 é posta, efetivamente, em prática.
 
Até aqui o país passou por um período de transição e adaptação a esta mudança. A partir de agora só é possível a utilização de sacos biodegradáveis sendo que no país apenas uma empresa os produz. 
 
Apesar desta medida agradar às organizações de defesa do ambiente, que trabalharam com as autoridades locais na sensibilização para as alterações implementadas, pô-la em prática continuará a ser um desafio já que há muito trabalho ainda pela frente já que faltam alternativas aos usuais sacos de plástico.
 
O não cumprimento da nova legislação pode levar a multas que vão, para os consumidores, dos 50 aos 400 contos, ou seja, entre mais de 1 e 9 euros, sendo que, em 2014, o salário médio de um cabo-verdiano rondava os 100 euros, de acordo com dados da Câmara de Comércio, Indústria e Turismo Portugal Cabo Verde.
 
O plástico, e de acordo com o ministério do Ambiente de Cabo Verde, representa 11% dos resíduos sólidos recolhidos. 

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