O país está a preparar a candidatura das ilhas de Maio e Fogo a reservas mundiais da biosfera da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.

O processo, coordenado pelo biólogo português António Abreu, deve dar entrada, na Unesco, em Setembro.

De acordo com o especialista as ilhas de Maio e Fogo têm valores naturais, patrimoniais e culturais únicos.

A candidatura retoma o trabalho desenvolvido, há dois anos, para a ilha de Maio, e que não chegou a ser apresentado à UNESCO. 

A proposta envolve, como reservas da biosfera, a totalidade dos dois territórios, bem como a linha de mar à sua volta, pelo menos até três milhas.

Na ilha de Maio destacam-se as tartarugas e a exploração do sal, enquanto que, no Fogo, se salientam o vulcão, o vinho e o café, bem como as aves Gongon, os lagartos e uma série de pequenas plantas.

As reservas da UNESCO são mais de 600, em 120 países, constituindo uma rede mundial que coopera entre si na promoção da investigação e na pesquisa de fundos internacionais.

O projecto está a ser apoiado técnica e financeiramente por Portugal.

 

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