O Chefe de Estado assumiu publicamente que o recenseamento eleitoral não vai estar concluído a 20 de Novembro e que a votação só pode ser concluída depois de finalizada essa etapa do processo.

José Mário Vaz fez estas declarações no regresso de uma viagem à Nigéria, onde deu conta, ao Presidente da Comunidade dos Países da África Austral, do andamento da preparação das Eleições para o Parlamento.

O Presidente da República deixou nas mãos do Primeiro-Ministro a condução das iniciativas tendentes à escolha de uma nova data para as eleições, tendo manifestado que os diferentes intervenientes no processo saberão chegar a um entendimento.

O Chefe do Governo já tinha proposto a José Mário Vaz dias alternativos à data de 18 de Novembro, inicialmente prevista para a consulta. Aristides Gomes pôs em cima da mesa as datas de 16, 20 e 30 de Dezembro e, como última hipótese, a de 27 de Janeiro.

A Comunidade dos Países da África Austral, bem como como a ONU, União Africana, União Europeia e CPLP têm defendido que é imperativo concluir o recenseamento, mas que tudo deve ser feito para que a consulta se realize ainda este ano.

 

 

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