A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa exige o respeito pela Constituição do país, no âmbito das acções policiais, tomadas pelo regime de Teodoro, após um alegado golpe de Estado para depor o Chefe de Estado.

Os serviços de segurança da Guiné-Equatorial detiveram, sem culpa formada, vários militantes da oposição, nomeadamente o vice-Presidente do partido, Cidadãos para a Inovação.

As forças políticas que se opõem ao Presidente da República, acusam os serviços de segurança de actos de tortura contra os detidos.

A CPLP pretende “o esclarecimento” da situação no sentido da “manutenção da estabilidade interna e da ordem constitucional” no país.

Várias organizações civis da Guiné-Equatorial acusam o Governo de constantes violações dos direitos humanos e perseguição de políticos da oposição.

A antiga colónia portuguesa e espanhola faz parte da Comunidade Lusófona há quatro, altura em que adoptou o português como língua oficial, a par do espanhol e do francês.

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