O Ministério Público do país não conseguiu provar, em tribunal, as acusações contra o opositor do regime do Presidente Teodoro Obiang.

A decisão não tem efeitos imediatos. O cartoonista só será libertado depois de ser publicada oficialmente a decisão do tribunal.

Logo no início do julgamento a acusação assumira a falta de provas claras contra o réu.

Ramon Ebalé encontrava-se detido desde Setembro do ano passado.

A sua prisão ocorreu quando regressava à Guiné Equatorial, para renovar o passaporte, depois de oito anos a viver no estrangeiro.

O cartoonista era causado de contrafação e tentativa de lavagem de dinheiro.

A acção foi apresentada, por organizações de direitos humanos, como exemplo da repressão na Guiné-Equatorial.

O Director da Human Rights Watch para África criticou duramente as autoridades de Malabo pela detenção do cartoonista.

Mauri Segun considerou a detenção uma “situação vergonhosa”, que “constitui retaliação pelos cartoones mordazes” publicados por Ramon Ebalé.

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