O Estado moçambicano comprou 18 automóveis topo de gama para os membros da Comissão Permanente da Assembleia da República. A aquisição dos automóveis ascende a quatro milhões de dólares, 228 milhões de meticais.

Num país em crise económica e financeira, a notícia gerou imediatamente polémica.

No Parlamento corre um abaixo-assinado para repudiar os gastos excessivos em tempos de crise.

Entre os beneficiários da iniciativa o silêncio é a nota dominante.

Para o Director Nacional do Orçamento os membros da Assembleia da República têm o “direito” a serem transportados “em carros particulares, daquele nível, conforme os outros órgãos de soberania”

O Ministério da Economia e Finanças considera também que a medida é legal.

No entanto, para a opinião pública moçambicana a questão não reside na legalidade mas na moralidade da compra de carros de luxo quando a população sofre as consequências violentas da crise que abala o país.

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