Os militantes do principal partido da oposição foram acusados de “sedição, desordem pública, atentados contra a autoridade” e ferimentos graves”.

Mais de 140 pessoas ligadas à força política Cidadãos para a Inovação estavam a ser julgadas por estarem envolvidas nos confrontos, ocorridos em Novembro, em Akonibe, durante a campanha para as eleições gerais.

O Tribunal, como já era esperado, optou também dissolver aquele partido.

O Procurador-Geral da República da Guiné Equatorial tinha defendido, em tribunal, a extinção do mesmo. O magistrado defendeu que se trata de uma “força paramilitar” e não de um partido político.

Estas acusações são contrariadas pela oposição, que acusa a segurança do Estado de abuso da violência e o Presidente de tentar acabar com o único partido que se lhe opõe.

A defesa vai apresentar recurso, não obstante considerar que o país se encontra sob um regime ditatorial.

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