O Fundo Monetário Internacional deixa o país após nove dias de trabalho. A missão não se sente totalmente esclarecida sobre as dívidas escondidas e exige mais informação sobre o empréstimo de dois mil milhões de dólares contraídos por três empresas públicas moçambicanas. A organização pretende saber como foi usado o dinheiro.

Nestas circunstâncias, continua suspensa a ajuda financeira do FMI a Moçambique, bem como dos restantes doadores.

Organizações internacionais e países que colaboram no Orçamento de Estado do país, faziam depender os seus financiamentos da auditoria às dívidas escondidas, mas os técnicos não conseguiram toda a informação necessária porque houve interlocutores que se recusaram a prestá-la.

A equipa do FMI exorta o Governo a tomar medidas para colmatar as lacunas, reforçar a transparência e a responsabilização dos agentes públicos, bem como a governação.

Os técnicos da organização notam que o Orçamento do próximo ano se deve centrar na eliminação das isenções fiscais, na contenção da expansão da massa salarial e nos investimentos públicos essenciais.

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