O plano do Governo abrange empresas públicas dos sectores das telecomunicações, petróleo, banca, seguros, minas e agricultura.

De acordo com o FMI, as autoridades de Luanda assumiram o objectivo de minimizar o envolvimento estatal directo na economia.

O programa, para o horizonte temporal de três anos, prevê a venda de mais de uma centenas de companhias estatais – indicadas como “não estratégicas” pelo Fundo Monetário Internacional – bem como o encerramento de outras, consideradas “não viáveis”, e a colocação no mercado de participações.

Segundo a Secretária das Finanças e Tesouro de Angola, como “o Estado não é bom a gerir empresas”. Neste contexto, Vera Daves defende que Angola deve deixar “quem tem mais talento, a tornar as empresas mais lucrativas, para criarem empregos e ajudarem o país a crescer mais”.

O projecto de privatizações envolve o Governo, a Comissão do Mercado de Capitais e o Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado.

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