Dezassete anos após a morte de Jonas Savimbi milhares de pessoas assistiram ao seu enterro, no último sábado, na sua terra natal, em Lopitanga, aldeia perto do Andulo, província do Bié. Quatro horas de emoção que tinha já começado a ser vivida no final da semana altura em que os restos mortais do líder histórico da UNITA chegou ao Bié.

Termina assim mais um capítulo polémico da história angolana. Jonas Savimbi, morto em combate em fevereiro de 2002, ficou sepultado no cemitério de Luena, no Moxico. Durante anos questionou-se se seria, de facto, o corpo do fundador do principal partido da oposição do país que estava aí enterrado, enquanto família e formação do Galo Negro pediam a sua transladação. José Eduardo dos Santos recusou sempre o pedido. Foi João Lourenço que se comprometeu a fazê-lo.

A exumação do corpo aconteceu a 31 de janeiro. As análises de ADN - feitas por duas equipas independentes, uma portuguesa, enviada pelo Governo, e uma sul-africana contratada pela UNITA – confirmaram tratar-se de Savimbi.

 

(Foto: @AdalbertoCosta.J)

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