Mohamed Barkindo elogiou as alterações introduzidas, recentemente pelo Governo de Angola, nomeadamente a criação da Agência Nacional de Petróleo e Gás, o Instituto regulador dos derivados dos dois produtos e as políticas para incentivar a utilização do último.

Destacou também os investimentos tendentes à melhoria da refinaria de Luanda, e de implantação de unidades transformadoras de petróleo em Cabinda e Lobito.

O dirigente da Organização dos produtores de petróleo esteve dois dias em Angola, como noticiámos, com o objectivo de analisar com as autoridades locais a situação do sector, decorrente da baixa do preço do barril de crude.

No final da deslocação, Mohamed Barkindo desatacou o papel de Angola para reduzir a produção de petróleo e estabilizar o seu valor nos mercados internacionais. Na sua última reunião, a OPEP decidiu reduzir a extracção a 1,2 milhões de barris por país, para catapultar os preços. 

Angola é o segundo maior produtor africano de crude, estando a encher cerca de um milhão e meio de barris por dia.

 

Foto: @mirempet.gov.ao

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