O arquipélago ocupa a posição 26 na lista elaborada pelo The Economist Intelligent Unit, anteriormente dita por Portugal, que caiu para a posição seguinte.

A descida, de um lugar, do antigo colonizador europeu, fica a dever-se à pontuação nos atributos cultura e participação política, de 6.11 e 6.88, já que em matéria de liberdades civis e no funcionamento do Governo e pluralismos ultrapassa os nove pontos (9.12 e 9.58). Assim, Portugal não ultrapassa a média geral de 7.84.

Apesar de ter mantido a pontuação do índice anterior,  7.88, Cabo Verde caiu três lugares relativamente à avaliação anterior.

Os dois territórios fazem parte do grupo denominado “democracias com falhas” que inclui, entre outros, França, Bélgica, Grécia, Itália e Chipre. Neste escalão podemos observar outros países da lusofonia, nomeadamente Timor, 42, e Brasil, 50.

Moçambique passou de regime Híbrido a Autoritário, fruto das “disputadas Eleições locais de Outubro, que ameaçam desestabilizar o processo de paz”, entre a Frelimo e a Renamo.

A Pérola do Índico não chegou aos quatro pontos, fruto da fraca pontuação nos itens funcionamento do Governo e Liberdades Civis, em que ficou abaixo dos três por cento (2.14 e 2.53).

Angola, Guiné-Bissau e Guiné Equatorial continuam no grupo dos Regimes Autoritários. A Guiné-Bissau obteve zero pontos no critério Funcionamento do Governo, enquanto que a Guiné Equatorial registou o mesmo valor no Processo Eleitoral e pluralismo.

São Tomé e Príncipe não consta no rol dos países avaliadas pela divisão do The Economist especializada em Negócios.

Nos lugares cimeiros surgem Noruega, Islândia, Suécia, Nova Zelândia, Dinamarca, Canadá e Irlanda.

O relatório da divisão de pesquisa e análise do jornal britânico, relativo ao ano passado, subordina-se ao tema “Participação política, protesto e democracia”.

Segundo o estudo, menos de metade da população mundial vive em Democracia, mas não chega a cinco por cento aqueles que se encontram em países onde existe Democracia Plena. O trabalho revela que um terço da população vive sob regimes autoritários, na sua grande maioria na China.

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