O país estabeleceu três acordos com empresas petrolíferas estrangeira visando o relançamento do sector.

O entendimento envolve as empresas Ophir Energy, da Grã-Bretanha, e Kosmos Energy, do Bangladesh.

O aumento da produção é essencial para a antiga colónia espanhola sair da recessão em que se encontra, dado depender, quase em absoluto, da venda do petróleo.

A Ophir Energy vai explorar um bloco com uma área superior a três mil e 500 quilómetros quadrados. A petrolífera dispõe de uma participação de 80 por cento e a empresa estatal de petróleos da Guiné Equatorial a parte resta. Está previsto o aumento para 30 por cento se houver uma descoberta rentável.

O acordo contempla um período investigação e pesquisa, dividido em duas partes de dois anos, e um outro de desenvolvimento e exploração, de 25 anos. Este pode ser alargado a mais cinco anos, se foi feita uma descoberta comercial.

Os contratos agora assinados enquadram-se na estratégia do Governo para responder à queda da produção e do preço dos hidrocarbonetos.

O FMI prevê que a Guiné Equatorial deverá continuar em recessão até ao final da década, estimando para este ano uma percentagem acima dos sete por cento.

 

(Foto: http://www.equatorialoil.com/)

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