O órgão de soberania invalidou os resultados na autarquia por ter concluído que, durante o processo eleitoral, se registaram “graves irregularidades” que influenciaram o resultado da votação em oito das 39 mesas de voto.

A Renamo recorrera da vitória da Frelimo por considerar que os números apresentados nos editais não correspondiam à realidade. O principal partido da oposição contestou os resultados em mais quatro municípios, mas as suas pretensões não foram atendidas pelo Conselho Constitucional.

A força política reivindica a vitória não só em Marromeu, mas também em Monapo, Alto Molocué, Moatize e Matola.

No entanto, aquele juízo superior acabou por validar o apuramento eleitoral naquelas autarquias, bem como nas restantes 47 por considerar que “as ilegalidades e irregularidades verificadas” e analisadas, “não influenciaram os resultados”.

Assim, a Frelimo dispõe de maioria em 43 municípios, a Renamo, oito, e o MDM, um.

De acordo com a legislação moçambicana, a eleição em Marromeu tem de ser repetida até 25 de Novembro, em data a fixar pelo Conselho de Ministros sob proposta da Comissão Nacional de Eleições.

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