Já se pode circular na primeira via-rápida do país. Com pouco mais de 30 quilómetros, Liga Suai e Fatakahu-Mola. O troço custou mais de 300 milhões de dólares, contando com 10 pontes, 20 viadutos, outras tantas caixas de drenagem e 60 passagens hidráulicas.

O troço está integrado na vindoira ligação de Suai a Beaços, futuros pólos económicos do país, com uma extensão superior a 150 quilómetros.

As autoridades locais justificam o investimento com o propósito de apoiarem a indústria petrolífera, bem como o desenvolvimento da agricultura, pescas e minas. Nas cogitações dos governantes está também o estímulo à criação de empresas e por consequência, de empregos.

O projecto da Auto-estrda Suai – Beaços, lançado em 2011, só deverá estar concluído dentro de nove anos. Em 2019 será lançado o segundo troço, também na casa dos 30 quilómetros, de Faticai a Dotik. Depois, as obras levarão a via Buikarin e desta para Beaço. Dois lanços com 42 e 36 quilómetros.

A via, do Oeste ao Leste do território, com duas faixas de rodagem em cada sentido, está integrada no Programa de Desenvolvimento da Costa Sul de Timor. O projecto engloba a construção da Base de Apoio de Suai – envolvendo zonas logísticas, residenciais e industriais. O complexo resulta da implantação na região da Refinaria de Betano, da unidade de processamento de Gás Natural Liquefeito e do terminal do Gasoduto do campo do Grande Sol Nascente, no Mar de Timor. No âmbito deste pólo de desenvolvimento encontra-se também a construção do Porto e do Aeroporto de Suai.

Os técnicos que elaboraram o projecto estimam que o mesmo crie 10 mil postos de trabalhos directos e 50 mil indirectos.

 

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